Crescem em todo o mundo as notícias do processo de mundanização das igrejas evangélicas seguidoras de Jesus Cristo.
Como único e visível reduto da verdade, não mais resistem à peleja e os danos já são visíveis.
Fracassaram como “protestantes”, retrocederam no testemunho e substituíram o termo por “evangélico”, mais politicamente correto e menos ofensivo: uma imposição do ecumenismo. Mas para ostentar o termo evangélico é necessário que realmente se tenha a Palavra de Deus como verdade imutável, absoluta em todos os seus ensinos.
Afinal, esse retrocesso protestante deve-se ao fato de que jamais se desligaram completamente dos laços filiais que os prendia à mãe prostituída. Nunca romperam os laços nem condenaram os crimes da babilônia religiosa romana. Sequer tiveram a coragem de declarar ao mundo o que a Palavra de Deus fala sobre esse sistema religioso mundano baseado geograficamente entre sete colinas: que ela não foi, não é e jamais será parte da verdadeira igreja de Cristo. Antes, é a verdadeira obra das trevas, que nasceu e cresceu sobre o sangue derramado dos apóstolos e discípulos da igreja de Cristo, crime esse já sentenciado e cuja pena em breve será cumprida sobre ela.
Com o advento do ecumenismo, a grande meretriz deu o golpe final, trazendo de volta sua filhas.
Agora caminha para sua coroação como “rainha das religiões da terra” (Apocalipse 18:7). Em breve a união das religiões mundiais, no mesmo sistema da ONU, garantirá ao catolicismo o controle total sobre todas as falsas e apóstatas “igrejas”.
E, assim, a profetizada apostasia dos últimos dias torna-se irremediavelmente real.
Enquanto isso, gerações de novos pastores destituídos da verdadeira unção, defendendo metas e métodos seculares e movidos por torpe ganância se encarregam de garantir às já combalidas igrejas evangélicas o cumprimento das profecias que sinalizam o final da igreja, a chegada do
Arrebatamento e o início da Grande Tribulação.
Para exemplo, torna-se real e atual – em nossos dias - a profecia do apóstolo Pedro, que alertava sobre a característica marcante do evangelho no final dos tempos, o comércio descarado do evangelho.
----
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sinta-se à vontade para comentar. Sua opinião é muito importante pra nós.